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O consórcio é uma modalidade de crédito para aquisição de bens, em que pessoas se reúnem para poupar em grupo. Ou seja, é um autofinanciamento sem juros e 100% parcelado.
Para aderir a um plano de consórcio, o consorciado adquire uma cota e passa a integrar um grupo, formado por pessoas físicas ou jurídicas com o objetivo comum de adquirir um bem, seja ele móvel ou imóvel. O grupo estabelece as características e a duração do plano.
O crédito total da cota é parcelado no prazo de pagamento do plano. Periodicamente, os consorciados pagam suas parcelas, que formam o saldo de caixa para contemplar seus integrantes ao longo da vigência do grupo. 
É o momento mais esperado, pois é quando o consorciado tem o direito de utilizar o crédito para realizar a sua aquisição. As contemplações ocorrem nas assembleias mensais, desde o início até o término do grupo e podem ser realizadas de duas formas: por sorteio, do qual participam em iguais condições todas as cotas adimplentes do grupo, e por lance, que é um percentual que o consorciado pode ofertar para aumentar suas chances de contemplação. O lance vencedor pode ser pago com recursos do consorciado ou com o próprio crédito da cota (conforme características do plano).
Com o crédito contemplado, o consorciado pode escolher o bem que deseja adquirir, dentro da categoria do seu grupo (móvel ou imóvel). A carta de crédito equivale a dinheiro à vista, por isso, o consorciado tem maior poder negociação. A partir daí, ele deve continuar seus pagamentos até o encerramento do plano.
É quando o consorciado encerra seus direitos e suas obrigações com o grupo, ou seja, teve o crédito do seu consórcio disponível e quitou todas as suas parcelas. 
É possível utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para ofertar lance, quitar o saldo devedor ou amortizar parcelas. Caso o valor do imóvel escolhido seja maior do que o do crédito do consórcio, o FGTS pode ser usado para completar essa diferença.